São 18 camisas históricas, entre a seleção brasileira e as de outros países, como Argentina e Uruguai

Já está aberta, no shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, uma exposição inédita com a coleção do maior colecionador de camisas originais de futebol, segundo o Guinness Book de 2024, o brasileiro Cassio Brandão.
De seu acervo de 6.832 camisas e outros itens de futebol, foram selecionadas para a mostra Mantos Campeões 11 originais do Brasil. Nela, o visitante também conhecerá história, curiosidades e evolução dos modelos conforme a época.
A cuidadosa escolha contou com a curadoria do próprio Brandão, corintiano fanático que buscou ídolos de todos os times para compor sua seleção dos sonhos.
Contribuíram familiares de jogadores, profissionais dos bastidores das seleções, torcedores e outros colecionadores.
Mantos Campeões conta com as seguintes camisas originais dos times brasileiros:
Anos 1950: a número 4 do lateral direito Djalma Santos, que disputou 100 partidas pela seleção brasileira e foi considerado pela Fifa um dos maiores na posição em toda a história do futebol.
Anos 1960: camisa de jogo da seleção brasileira da Copa de 1962, número 4, do meio-campista Zito.
Anos 1970: camisa de jogo da seleção brasileira da Copa de 1970, do goleiro Ado, que atuou no Corinthians de 1969 a 1974 e na seleção brasileira foi reserva de Félix.
Anos 1970: a camisa 10 de Pelé, em jogos de 1971, ano em que se despediu da seleção brasileira. Pelé teve início precoce com a “amarelinha”, aos 16 anos, em 1957. Foi campeão de três Copas — das cinco vencidas pelo Brasil — e atuou em 113 partidas, com 95 gols. Seu recorde de maior artilheiro brasileiro em Copas do Mundo (12 gols) só foi superado em 2006, quando Ronaldo completou 15 gols pela seleção.
Anos 1970: camisa 19, do ponta direita Nilson Batata, usada em 1978.
Anos 1980: a número 15, usada em 1983 pelo ponta-esquerda corintiano Wladimir.
Anos 1990: a número 12, usada pelo goleiro Zetti em 1994.
Anos 1990: na Copa de 1994, a número 20 marcou a estreia de Ronaldo (“Fenômeno”) na seleção brasileira, aos 17 anos de idade.
Anos 2000: a número 23, de Kaká em 2002, sua primeira temporada na seleção. Cinco anos mais tarde, foi considerado o melhor jogador do mundo pela Fifa.
Anos 2000: a camisa de jogo de número 20, do jogador Vini Jr., na Copa de 2022.
E, finalmente, o agasalho da seleção de 1962, usado por Bad Bunny como homenagem ao Brasil em seu último show em São Paulo.
Além das brasileiras, fazem parte da exposição camisas oficiais ou de jogo de seleções mundiais. São elas: Alemanha (modelo torcedor, 1994), Argentina (camisa de jogo, Messi, 2014), Espanha (modelo torcedor personalizada, 2008, David Villa), França (modelo torcedor de 1998, personalizada Zidane), Inglaterra (camisa de jogo, 2014, jogador Rooney), Itália (camisa de jogo, 2012, jogador Cassiano) e Uruguai (camisa de jogo, 2014, jogador Lugano).
No mesmo espaço expositivo, os visitantes poderão brincar de chute a gol, demonstrar suas habilidades no pebolim e trocar figurinhas para completar seus álbuns.
Mantos Campeões
Shopping Patio Higienópolis (Atrium central, piso Veiga Filho).
Av. Higienópolis, 618, São Paulo-SP.
De segunda a sábado, das 10h às 20h; aos domingos e feriados, das 12h às 20h. Grátis. Resgate antecipado de ingressos pelo aplicativo Iguatemi One; no local, pode haver fila de espera. Até 26 de julho. Livre.
Reprodução: R7 Esportes




